Ações da Affirm em alta de 30%: 'taxas mais altas não tiveram um impacto real no custo'

Ações da Affirm em alta de 30%: 'taxas mais altas não tiveram um impacto real no custo'
Wajeeh Khan
13 de mai. de 2022, 13:28 PM
  • Affirm relata fortes resultados do terceiro trimestre e eleva a orientação de receita para o ano inteiro.
  • O CEO discutiu o relatório de ganhos com Jim Cramer no Mad Money da CNBC.
  • As ações da Affirm abriram em alta de cerca de 30% esta manhã após relatório trimestral.

As ações da Affirm Holdings Inc (NASDAQ:AFRM) abriram em alta de 30% na sexta-feira, depois que a empresa BNPL divulgou fortes resultados para o terceiro trimestre fiscal e aumentou a orientação para o ano financeiro completo.

Principais conclusões do relatório de lucros da Affirm

  • Caiu 19 centavos por ação no terceiro trimestre contra o valor do ano anterior de US$ 1,23.
  • A receita aumentou 54% a.a, para US$ 354,8 milhões.
  • O volume bruto de mercadorias no terceiro trimestre fiscal aumentou 73%, para US$ 3,90 bilhões.
  • O consenso do FactSet foi de 46 centavos de perda por ação sobre US$ 344,3 milhões em receita.
  • Anunciada extensão de vários anos de sua parceria com Shopify nos EUA
  • Os comerciantes ativos aumentaram de 12 mil para 207 mil e os consumidores ativos aumentaram 137%.

A Affirm está comprometida em atingir a lucratividade sustentada da receita operacional ajustada com base na taxa de execução até o final do ano fiscal de 2023, conforme o comunicado de imprensa de lucros. As ações caíram cerca de 75% no ano.

Perspectivas futuras e comentários do CEO no Mad Money da CNBC

Para o ano fiscal de 2022, a Affirm agora prevê que sua receita fique entre US$ 1,33 bilhão e US$ 1,34 bilhão. A extremidade inferior deste intervalo corresponde à previsão dos especialistas. A fintech espera até US$ 15,14 bilhões em GMV este ano – bem à frente do consenso do FactSet.

A perspectiva de receita do quarto trimestre da Affirm também ficou aproximadamente em linha com as estimativas dos analistas. No Mad Money da CNBC com Jim Cramer, o CEO Max Levchin disse: