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Atualização de criptomoedas na América Latina: Lemon lança cartões virtuais na Argentina, uso de caixas eletrônicos de criptomoedas na Colômbia cresce 25%

Atualização de criptomoedas na América Latina: Lemon lança cartões virtuais na Argentina, uso de caixas eletrônicos de criptomoedas na Colômbia cresce 25%
Noris Soto
16 de nov. de 2024, 11:44 AM
  • A Lemon planeja lançar seus cartões virtuais na Argentina, visando soluções de pagamento rápidas.
  • O uso de caixas eletrônicos de criptomoedas na Colômbia aumentou 25%, com um total de 37 caixas eletrônicos de Bitcoin em todo o país.
  • O Panamá pretende fortalecer a estrutura legal das criptomoedas treinando seus legisladores.

O cenário de criptomoedas na América Latina está testemunhando um crescimento notável esta semana, com a Lemon lançando cartões virtuais na Argentina e o uso de caixas eletrônicos de criptomoedas na Colômbia aumentando em 25%.

Esses desenvolvimentos destacam a crescente adoção de ativos digitais na região, oferecendo novas oportunidades para usuários e empresas.

Lemon oferece cartões virtuais na Argentina

A Lemon, uma empresa de carteiras digitais, expandiu seus serviços na Argentina lançando cartões virtuais, aproveitando o sucesso do seu atual cartão VISA Lemon.

Desde sua estreia em 2021, a Lemon emitiu mais de um milhão de cartões físicos.

Os novos cartões virtuais foram projetados para fornecer uma solução de pagamento integrada com ativação instantânea, designs personalizáveis e a capacidade de pagar em pesos e criptomoedas como Bitcoin, USDC e USDT.

Esses cartões oferecem maior flexibilidade ao permitir que os usuários paguem em estabelecimentos comerciais locais e internacionais, suportando pagamentos por código QR por meio de plataformas como Mercado Pago e MODO.

Mais importante, os usuários podem desativar e regenerar cartões virtuais para maior segurança, tornando-os ideais para transações on-line e gerenciamento de cobranças indesejadas de serviços de teste.

Além disso, a Lemon aumentou o limite de investimento em pesos em sua plataforma de um milhão para 1,5 milhão de pesos, melhorando as opções dos usuários para economizar, investir e fazer pagamentos em criptomoedas e moeda tradicional.

Colômbia vê crescimento de 25% no uso de caixas eletrônicos de criptomoedas

As criptomoedas continuam ganhando força na América Latina, e a Colômbia está vendo um aumento de 25% no uso de caixas eletrônicos de Bitcoin em relação ao ano anterior, de acordo com a Chainalysis.

Esse aumento na demanda levou à instalação de 37 caixas eletrônicos de Bitcoin pelo país, principalmente em cidades como Bogotá, Medellín e Santiago de Cali. Bogotá lidera com 19 máquinas.

Apesar do crescimento, o número de caixas eletrônicos na Colômbia continua relativamente limitado em comparação à demanda.

Em 2023, apenas 35 caixas eletrônicos estavam disponíveis, deixando várias cidades, como Cartagena e Armênia, sem acesso a caixas eletrônicos de criptomoedas.

Notavelmente, a Colômbia tem dois tipos de caixas eletrônicos de Bitcoin: aqueles que exigem assistência humana e máquinas totalmente automatizadas.

Panamá avança no quadro jurídico das criptomoedas

No Panamá, a Câmara de Comércio Digital e Blockchain lançou um programa de treinamento focado em criptomoedas para ajudar os legisladores a entender os principais conceitos de ativos digitais.

A iniciativa visa criar estruturas legais claras para ativos virtuais sem sufocar a inovação.

Desde 2021, a Câmara tem trabalhado com membros da Assembleia Nacional para desenvolver políticas eficazes que equilibrem a regulamentação e a necessidade de crescimento no setor de Fintech do Panamá.

O programa aborda tópicos como uso de carteira digital, funcionalidade de blockchain e transações de Bitcoin, além de abordar dados demográficos de criptomoedas e estratégias operacionais usadas por empresas locais como a Lulibit.

Ianir Sonis, da Lulibit, enfatizou a importância de uma legislação clara para dar suporte aos setores de criptomoedas e fintech em expansão do Panamá, garantindo que o país permaneça competitivo na economia digital.