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FTSE 100 sobe com Vodafone e easyJet apesar de preocupações no Oriente Médio

FTSE 100 sobe com Vodafone e easyJet apesar de preocupações no Oriente Médio
Rivanshi Rakhrai
10 de jul. de 2026, 09:28 AM

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Vodafone

Comprar Vodafone (VOD.L). A venda da participação da e& para o veículo familiar de Xavier Niel elimina um entrave e sinaliza um caminho acionário mais claro após uma transação de ~$6B. A ação já saltou ~12.6%, e o acordo deve manter o impulso à medida que os investidores reprecificam o risco das telecomunicações do Reino Unido.

Key Risk: O comprador não consegue concluir a operação ou os termos do acordo mudam materialmente, reacendendo a incerteza e revertendo a reprecificação.

easyJet

Comprar easyJet (EZJ.L). Uma proposta de aquisição de £5.7B pela Apollo é um catalisador direto, e o movimento (~14.5%) normalmente atrai compradores de spread e sustenta maior potencial de alta se as negociações progredirem.

Key Risk: A Apollo recua, ou reguladores bloqueiam/forçam concessões de preço significativas, fazendo colapsar o prêmio de aquisição.

  • O FTSE 100 de Londres sobe levemente com Vodafone e easyJet liderando os ganhos.
  • Acordos corporativos sustentam ações do Reino Unido apesar das crescentes tensões no Oriente Médio.
  • Tensões no Oriente Médio limitam ganhos mais amplos do mercado apesar do otimismo gerado pelos negócios.

O FTSE 100 de Londres registrou leve alta na sexta-feira, apoiado por fortes ganhos da Vodafone e da easyJet após importantes desenvolvimentos corporativos.

No entanto, tensões renovadas no Oriente Médio continuaram a pesar sobre o sentimento dos investidores, limitando ganhos mais amplos do mercado.

O índice FTSE 100 de empresas de primeira linha subiu 0.08% para 10,480.31 pontos às 1053 GMT.

Entretanto, o FTSE 250 de média capitalização ganhou 0.1%.

Apesar dos avanços modestos, ambos os índices continuavam a caminho de registrar perdas semanais.

Vodafone dispara após acordo de venda de participação relevante

A Vodafone foi a maior valorização do FTSE 100, com suas ações subindo 12.6%.

Os ganhos ocorreram depois que o grupo de telecomunicações dos Emirados Árabes Unidos e& anunciou que venderia sua participação na companhia britânica de telecomunicações para o veículo de investimento familiar do bilionário francês Xavier Niel.

A transação foi avaliada em quase $6 billion.

O anúncio aumentou a confiança dos investidores e ajudou a elevar o índice de referência mais amplo, apesar do sentimento cauteloso do mercado.

easyJet puxa o FTSE 250 para cima após proposta de aquisição

As ações da easyJet subiram 14.5%, tornando-a a maior valorização do FTSE 250.

A companhia aérea low-cost disse ter concordado, em princípio, com uma proposta de aquisição de £5.7 billion ($7.65 billion) pela Apollo Global.

O acordo proposto elevou o sentimento no setor de viagens e lazer, que subiu 1.6% e liderou os ganhos setoriais durante a sessão.

A notícia da aquisição somou-se à atividade corporativa do dia, oferecendo suporte às ações do Reino Unido, mesmo com as preocupações geopolíticas em evidência.

Ações de mineração avançam junto ao mercado mais amplo

Mineradoras de metais industriais também registraram ganhos durante a sessão.

O setor subiu 0.8%, com Atalaya Mining, Antofagasta e Rio Tinto avançando entre 1.4% e 1.8%.

Os ganhos nas ações de mineração contribuíram adicionalmente para o desempenho positivo dos principais índices de ações do Reino Unido.

Tensões no Oriente Médio limitam ganhos mais amplos do mercado

Apesar do rali em várias ações importantes, o sentimento dos investidores permaneceu cauteloso.

Tensões renovadas no Oriente Médio pesaram sobre os mercados após forças iranianas atacarem infraestrutura militar dos EUA em estados do Golfo.

O episódio minou ainda mais um cessar-fogo de três semanas e aumentou a incerteza quanto à direção do conflito.

A incerteza geopolítica impediu ganhos mais fortes no mercado em geral, mantendo os investidores cautelosos apesar das notícias corporativas positivas.

Ações financeiras sob pressão

Bancos de investimento e corretoras caíram 0.8%, tornando-os entre os setores de pior desempenho durante a sessão.

A St. James's Place foi uma das maiores quedas no FTSE 100, recuando 8.7%.

A queda seguiu-se a um relatório de que a Sovereign Wealth, uma das maiores empresas parceiras do gestor de recursos, estava em negociações para se juntar a um grupo sueco de gestão de patrimônio.

Hays sobe após perspectiva de lucro otimista

A empresa de recrutamento Hays ganhou 13.8% após divulgar uma perspectiva de lucros positiva.

A empresa disse esperar que seu lucro operacional anual fique na extremidade superior das expectativas do mercado.

Segundo a empresa, a melhoria na perspectiva foi apoiada por medidas contínuas de corte de custos e maior produtividade dos consultores.

A atualização foi bem recebida pelos investidores e ajudou a elevar fortemente a ação durante a sessão de negociação de sexta-feira.

Desenvolvimentos políticos continuam no centro das atenções

No front político, Andy Burnham aproximou-se de se tornar o próximo primeiro-ministro da Grã-Bretanha após obter apoio esmagador dos parlamentares do Labour.

O apoio coloca Burnham em posição forte para suceder Keir Starmer, adicionando uma dimensão política a uma sessão que, de outra forma, foi dominada por atividade de negócios corporativos e desdobramentos geopolíticos.